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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Leite materno reduz resistência de bactérias a antibióticos, diz estudo

Amamentação é o segredo da volta a forma, diz nutricionista (Foto: Rede Globo/ Reprodução)Leite materno tem proteína que reduz resistência de
bactérias a antibióticos
(Foto: Rede Globo/ Reprodução)

Uma proteína do leite materno ajuda a reduzir significativamente a resistência aos antibióticos desenvolvida por alguns patógenos causadores de pneumonias graves e outras infecções de difícil tratamento, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira (1°) nos Estados Unidos.
A descoberta é promissora para enfrentar o problema das "superbactérias" resistentes aos antibióticos nos hospitais, como oStaphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM), responsável por um grande número de infecções hospitalares.

Depois de 9 anos, governo passa a cobrar compensação ambiental

Empreendimentos que causam impactos ambientais são obrigados por lei a destinar um percentual do valor da obra para a compensação dos danos. Em Pernambuco, desde que a regra começou a ser cumprida, há 9 anos, apenas uma empresa - a Petroquímica de Suape - tinha depositado o dinheiro. Ontem, no entanto, o governo apresentou balanço das cobranças que diz estar fazendo desde o início de 2013. A conta, inicialmente com saldo em torno de R$ 6 milhões, agora está 13 vezes maior. "Já temos R$ 78,2 milhões", garante o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Sérgio Xavier.

Se continuar a cobrar dos devedores, o governo estima acumular R$ 204,2 milhões. O dinheiro, informa o secretário, não é depositado na conta única do Estado e sim em contas correntes abertas pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) em bancos públicos. O cálculo, que até 2010 era feito com base em 0,5% do valor da obra, hoje é arbitrado de acordo com o impacto. "Quanto maior o dano, mais dinheiro o empreendedor tem que destinar à compensação ambiental", explica.
Fonte: Leia o texto original na  íntegra em http://jc3.uol.com.br/blogs/blogcma/canais/suape/2013/04/28/depois_de_9_anos_governo_passa_a_cobrar_compensacao_ambiental_150345.php

UE proibirá três pesticidas mortais para abelhas por dois anos


BRUXELAS - Três inseticidas mortais para as abelhas serão proibidos na União Europeia (UE) durante dois anos a partir de julho, anunciou na segunda-feira (29)a Comissão Europeia após uma votação que evidenciou as fortes pressões da indústria e dos "lobbies" agrícolas.
Quinze países, entre eles a França e a Alemanha, votaram a favor da proposta de proibição apresentada pela Comissão Europeia. Oito países, entre eles Reino Unido, Itália e Hungria, votaram contra e quatro, entre eles a Irlanda, se abstiveram.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na Saúde

"Este dossiê é um alerta da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrascp) à sociedade e ao Estado brasileiro. Registra e difunde a preocupação de pesquisadores, professores e profissionais com a escalada ascendente de uso de agrotóxicos no país e a contaminação do ambiente e das pessoas dela resultante, com severos impactos sobre a saúde pública e a segurança alimentar e nutricional da população.Expressa, assim, o compromisso da Abrasco com a saúde da população e o enfrentamento da insegurança alimentar e nutricional, no contexto de reprimarização da economia, da expansão das fronteiras agrícolas para a exportação de commodities, da afirmação do modelo da modernização agrícola conservadora e da monocultura químico-dependente. Soja, cana de-açúcar, algodão, tabaco e eucalipto são exemplos de cultivos que vêm ocupando cada vez mais terras agricultáveis, com o objetivo de alimentar o ciclo dos agrocombustíveis, da celulose ou do ferro-aço, e não as pessoas. Esses cultivos avançam sobre biomas como o cerrado e Amazônia, impondo limites ao modo de vida e à produção camponesa de alimentos. Eles
consumem cerca de metade dos mais de um bilhão de litros de agrotóxicos anualmente despejados em nossa "
Fonte:http://4ccr.pgr.mpf.gov.br/institucional/grupos-de-trabalho/gt-transgenicos/palestras-e-apresentacoes/dossieabrasco_02.pdf

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Adeus à ciência e ao samba


Morreu ontem, em São Paulo, aos 89 anos recém-completados, o zoólogo e compositor Paulo Vanzolini, deixando legado tão rico quanto diverso.
Adeus à ciência e ao samba
Paulo Vanzolini, em seu laboratório no Museu de Zoologia da USP, que ele dirigiu durante 32 anos. (foto cedida por P. E. Vanzolini)
A ciência brasileira acaba de perder uma de suas grandes referências: o zoólogo Paulo Emílio Vanzolini morreu na noite de domingo, em São Paulo, aos 89 anos, de complicações decorrentes de uma pneumonia.
Reconhecido em todo o mundo, por seus estudos sobre répteis e pela adaptação da ‘teoria dos refúgios’ para explicar a imensa biodiversidade da América do Sul, o cientista era famoso também em outro campo: como compositor de músicas, algumas bem conhecidas, como Ronda e Volta por cima.

Documento recuperado após décadas aponta crimes contra índios


Uma das páginas do relatório recuperadas no Museu do Índio (Foto: Museu do Índio)Uma das páginas do relatório recuperadas no
Museu do Índio, assinada por Jader de Figueiredo
Correia (Foto: Museu do Índio)
Relatório elaborado no fim da década de 1960 que apontava irregularidades existentes no antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) – órgão que antecedeu a Fundação Nacional do Índio (Funai) – e que denunciava atrocidades cometidas contra povos indígenas em vários estados do país, foi encontrado no Rio de Janeiro, após décadas desaparecido.

Conhecido como “Relatório Figueiredo”, foi preparado pelo então procurador Jader de Figueiredo Correia a pedido do extinto Ministério do Interior, a partir de 1967, e apresentado um ano depois. Sua divulgação causou grande repercussão nacional e internacional devido ao seu conteúdo.