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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Adeus à ciência e ao samba


Morreu ontem, em São Paulo, aos 89 anos recém-completados, o zoólogo e compositor Paulo Vanzolini, deixando legado tão rico quanto diverso.
Adeus à ciência e ao samba
Paulo Vanzolini, em seu laboratório no Museu de Zoologia da USP, que ele dirigiu durante 32 anos. (foto cedida por P. E. Vanzolini)
A ciência brasileira acaba de perder uma de suas grandes referências: o zoólogo Paulo Emílio Vanzolini morreu na noite de domingo, em São Paulo, aos 89 anos, de complicações decorrentes de uma pneumonia.
Reconhecido em todo o mundo, por seus estudos sobre répteis e pela adaptação da ‘teoria dos refúgios’ para explicar a imensa biodiversidade da América do Sul, o cientista era famoso também em outro campo: como compositor de músicas, algumas bem conhecidas, como Ronda e Volta por cima.

Documento recuperado após décadas aponta crimes contra índios


Uma das páginas do relatório recuperadas no Museu do Índio (Foto: Museu do Índio)Uma das páginas do relatório recuperadas no
Museu do Índio, assinada por Jader de Figueiredo
Correia (Foto: Museu do Índio)
Relatório elaborado no fim da década de 1960 que apontava irregularidades existentes no antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) – órgão que antecedeu a Fundação Nacional do Índio (Funai) – e que denunciava atrocidades cometidas contra povos indígenas em vários estados do país, foi encontrado no Rio de Janeiro, após décadas desaparecido.

Conhecido como “Relatório Figueiredo”, foi preparado pelo então procurador Jader de Figueiredo Correia a pedido do extinto Ministério do Interior, a partir de 1967, e apresentado um ano depois. Sua divulgação causou grande repercussão nacional e internacional devido ao seu conteúdo.



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sal e doenças autoimunes


Sal e doenças autoimunes
Pesquisa sugere que o sal pode aumentar as chances de uma pessoa com predisposição genética desenvolver uma doença autoimune. (foto: Sxc.hu/ aschaeffer)
É possível que um fator externo desencadeie um quadro autoimune em uma pessoa com predisposição genética. Três artigos defendem agora que um desses fatores seja uma substância muito presente – geralmente, em excesso – em nossa alimentação: o sal.
O sistema autoimune tem que atuar em uma fronteira tênue: se sua atividade estiver em baixa, vêm as doenças, pois os patógenos (micro-organismos vilões) ficam livres para agir; se estiver muito elevada, as células começam a atacar o próprio organismo, ou seja, passam a ver aquilo que deveriam defender como inimigo: doença autoimune.

Pelo fim das verrugas


Pelo fim das verrugas
Na medicina popular, o barbatimão é usado como cicatrizante, anti-inflamatório e em corrimentos vaginais. Desde os tempos do Brasil colônia, sabe-se que, por seu efeito adstringente, faz contrair o tecido do canal vaginal. (foto: Luiz Carlos Caetano)
Uma pomada produzida na Universidade Federal do Alagoas (Ufal) promete tornar eficaz e indolor o tratamento contra verrugas genitais causadas pelo vírus do papiloma humano (HPV). Desenvolvido a partir de cascas do tronco de uma árvore conhecida como barbatimão, o medicamento causa regressão das verrugas e diminui a quantidade do vírus no organismo sem causar efeitos colaterais.
A ideia de usar o barbatimão para tratar as verrugas genitais surgiu da sabedoria popular. Segundo Luiz Carlos Caetano, farmacêutico e coautor da pesquisa, a planta é conhecida por fazer contrair o tecido do canal vaginal e, por isso, é chamada popularmente de casca da virgindade. “Achamos que essa característica do barbatimão poderia causar também a contração e regressão do tecido das verrugas”, explica.

5 ações que você pode fazer- Educação Ambiental


Pesquisadores esclarecem efeito protetor da gravidez contra o câncer de mama


Hormônios produzidos na gestação induzem o remodelamento da cromatina e a reprogramação dos genes nas células mamárias, indica estudo feito por cientistas do Brasil e dos Estados Unidos (Wikimedia)
Agência FAPESP – Estudos epidemiológicos indicam que mulheres sem filhos apresentam cerca de quatro vezes mais risco de desenvolver câncer de mama na menopausa do que aquelas que se tornaram mães ainda jovens.
Um artigo publicado recentemente no International Journal of Cancer por um grupo do Fox Chase Cancer Center, dos Estados Unidos, em parceria com pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ajuda a entender melhor as transformações que ocorrem com as células mamárias durante a gravidez que as tornam menos suscetíveis ao surgimento de tumores.
A pesquisa foi feita com amostras de tecido mamário de mulheres saudáveis entre 50 e 69 anos que já estavam havia pelo menos um ano sem menstruar. As amostras foram divididas em dois grupos: 42 mulheres que nunca tiveram filhos e foram classificadas como nulíparas e 71 mulheres que tiveram um ou mais filhos e ficaram grávidas pela primeira vez aos 23 anos em média (com variação de 4,25 anos para mais ou para menos).
Fonte:Leia o texto original na íntegra em:http://agencia.fapesp.br/17174