Total de visualizações de página

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Alucinação com notas musicais é tema de pesquisa de neurologista


Notas musicais (Foto: Prof.rick/Creative Commons)Notas musicais (Foto: Prof.rick/Creative Commons)
Uma pesquisa do renomado professor de neurologia da Universidade de Columbia Oliver Sacks, autor de livros como "Tempo de Despertar" e "Um Antropólogo em Marte", avalia oito casos de pessoas que sofrem alucinações com notas musicais.
O estudo, divulgado nesta quinta-feira (4) na revista "Brain", da Universidade de Oxford, detalha casos de pessoas que relataram experiências de alucinação envolvendo "dós", "rés", "mis" ou claves musicais.
Em um  dos casos, uma mulher de 77 anos com glaucoma contou a Sacks que possuía "olhos musicais".

Pesquisa recupera ratos viciados em cocaína com raios laser no cérebro


Estímulo de área do cérebro devolveu capacidade de controlar impulsos.
Segundo autores, técnica semelhante já pode ser testada em humanos.

Uma técnica com raios laser dirigidos a uma região específica do cérebro conseguiu eliminar o vício em cocaína de ratos de laboratório nos Estados Unidos. Segundo os criadores, o avanço tem potencial de sucesso entre humanos, e nada impede o início desses testes.
O estudo publicado  quarta-feira (3) pela edição online da revista científica “Nature” mostra como o estímulo de uma área do cérebro conhecida como córtex pré-frontal – mais precisamente na chamada região pré-límbica – pode ter efeito direto sobre como o corpo lida com o vício.
No experimento, a equipe liderada por Antonello Bonci, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos, usou a luz laser para estimular o cérebro de ratos viciados em cocaína para que eles largassem a droga. Da mesma forma, eles conseguiram também traçar o caminho contrário e transformaram roedores saudáveis em dependentes químicos.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Estudo liga calvície a problemas do coração


Pesquisadores japoneses concluíram que homens que perdem cabelo no topo da cabeça tem mais chances de sofrer doenças cardíacas.

Estudo liga calvície a risco de doenças cardíacas (Foto: BBC)Estudo liga calvície a risco de doenças cardíacas
(Foto: BBC)
Homens que perdem cabelo no topo da cabeça têm mais chances de sofrer de problemas cardíacos, segundo um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Tóquio, no Japão.
A pesquisa, que analisou 37 mil homens, sugere que os calvos têm 32% mais probabilidade de desenvolver males do coração. O estudo foi divulgado na publicação online britânica "BMJ Open".
Apesar de terem concluído que há uma relação entre a escassez de cabelos e doenças coronárias, os pesquisadores ponderam que o risco desses males é maior em fumantes e obesos.

Oportunidade para cursar graduação nos Estados Unidos


Estudantes da rede pública podem realizar sua inscrição até o dia 10 de abril

Além do curso de línguas e do intercâmbio oferecidos pelo Programa Ganhe o Mundo (PGM), os estudantes da rede pública de ensino de Pernambuco contam com outra oportunidade estudar no exterior. O Brasil é um dos países que atualmente recebe recursos do Departamento de Estado Americano para o programa Oportunidades Acadêmicas (Opportunity Funds) para incentivar o ingresso desses estudantes em universidades dos Estados Unidos.
Os estudantes do PGM que regressaram do intercâmbio estão sendo apresentados ao Programa por meio de uma parceria entre a Secretaria de Educação do Estado (SEE) e a Associação Brasil América (ABA), por meio do escritório da EducationUSA. O objetivo dos encontros foi apresentar o programa aos jovens.
Para se inscrever no programa é necessário além do preenchimento do formulário e envio da documentação solicitada, que o estudante comprove proficiência em inglês, através de uma avaliação feita na ABA para os estudantes da RMR e por telefone ou Skype para os alunos do interior que solicitarem uma dessas modalidades de avaliação. O formulário está disponível no site www.educationusa.org.br e deve ser enviado com os documentos solicitados para o e-mailoportunidadesacademicas2013@gmail.com
O Programa Oportunidades Acadêmicas tem o    objetivo de   apoiar estudantes   qualificados, mas sem condições      econômicas no processo de candidatura para programas de graduação e pós-graduação, com intuito de buscar      admissões e bolsas   em universidades dos Estados Unidos. Desde a sua implementação no Brasil, em 2006, o programa teve cento e oitenta e cinco participantes. Além da ajuda para financiar os  custos iniciais dos estudantes selecionados na busca de uma Instituição         de ensino superior nos EUA, o escritório EducationUSA, que funciona na Associação Brasil América (ABA), na  Av. Rosa e Silva, 1510, Aflitos; oferece assistência aos alunos.
Critérios - Para se candidatar, o estudante precisa atender a alguns critérios. Ser do 2º ou 3º ano do ensino médio ou ter concluído em dezembro de 2012; não ter ingressado no ensino superior; ser oriundo de uma família de baixa renda; possuir nível de inglês avançado; ter boas notas no histórico acadêmico; estar envolvido em atividades extracurriculares e comunitárias que demonstrem liderança, motivação e iniciativa; e estar interessados  em alguma área de estudo, exceto Medicina, Direito, Odontologia e Veterinária, pois nos EUA esses cursos são de pós-graduação.
Fonte:Leia otexto original na íntegra em:http://www.educacao.pe.gov.br/?pag=1&cat=18&art=1162

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Mesmo com restrições da Anvisa, fruta 'milagrosa' vira sensação em PE


Noni (Foto: Renan Holanda / G1)Fruto exala um cheiro forte. (Foto: Renan Holanda / G1)
Uma fruta verde de tamanho médio e cheiro forte está entrando na rotina de muitas pessoas que vivem na Região Metropolitana do Recife e sofrem dos mais variados tipos de doenças. O noni, como é chamado o fruto da árvore Morinda Citrifolia, pode ser encontrado facilmente em feiras livres e mercados públicos e tem sido utilizado por pessoas que sofrem desde dores de cabeça até pacientes com diabetes. No entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) impede a importação, comercialização e uso de produtos derivados da fruta. De acordo com a agência, os estudos científicos realizados até o momento, apesar de não conclusivos, revelam alguns casos de danos ao fígado e aos rins.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Novo modelo de escola no Rio aposta em tecnologia e ensino individualizado

Novo modelo de escola no Rio aposta em tecnologia e ensino individualizado

"Alunos são divididos em grupos de seis, chamados de 'famílias', sem critério de série e idade"
RIO - A ausência de paredes entre as salas e o fim da divisão de alunos por idade e série já chamam atenção na escola municipal André Urani, encravada na Favela da Rocinha, Rio de Janeiro. Mas o maior potencial do novo modelo de escola que a prefeitura carioca iniciou neste ano está na tecnologia. E não só pela presença dos computadores em cada mesa, mas pelas ferramentas digitais de ensino que possibilitam que o aluno siga seu ritmo de aprendizagem e os professores acompanhem o que cada um está aprendendo.
Com 180 alunos, a André Urani é a unidade pioneira do Ginásio Experimental de Novas Tecnologias (Gente). O prédio recebeu decoração moderna, com paredes coloridas, pufes espalhados entre estantes de livros e móveis que podem ser arrumados de acordo com a atividade do dia. As carteiras, por exemplo, são encaixadas em grupos.

Tecnologia não basta

Computador, ‘tablet’, redes sociais e até ‘smartphone’ podem ser usados em sala de aula. Mas, além de dominar a técnica, pais e professores precisam saber usá-los pedagogicamente, diz psicólogo.

Tecnologia não basta
Criança utiliza ferramenta de desenho em computador. “Se a tecnologia servir para potencializar novas formas de pensamento, teremos dado um passo”, diz psicólogo. (foto: Anissa Thompson)
Desde que os computadores pessoais começaram a se popularizar, na década de 1990, há uma expectativa de que a educação passe por uma revolução digital. Não só não houve grandes mudanças, como há quem acredite que novas tecnologias, pelo contrário, dificultem o processo de aprendizado por parte dos estudantes.
Para o psicólogo Luis Fernando Vílchez Martin, da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha, o problema é que as ferramentas não têm sido usadas de modo adequado do ponto de vista pedagógico. Doutor em filosofia, Martin é autor de vários livros sobre educação e esteve recentemente no Brasil para participar de um simpósio internacional de neurociências, realizado em Curitiba.
“As tecnologias podem ajudar, mas por si só não solucionam nada”, resume o psicólogo, que foi membro do Conselho de Administração do Centro Consultor da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). “É preciso saber usá-las pedagogicamente, e não só tecnicamente.”