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terça-feira, 13 de julho de 2010

Pesquisadores da Univasf avaliam potencial terapêutico de plantas da Caatinga


foto-n479O Núcleo de Estudos e Pesquisas de Plantas Medicinais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Neplame/Univasf) reúne um grupo de pesquisadores que investiga espécies da Caatinga, utilizadas pela população na prevenção e tratamento de doenças.

Os estudos desenvolvidos por professores e estudantes do curso de Ciências Farmacêuticas envolvem atualmente seis espécies típicas do semiárido. São elas: Imburana de Cheiro, Jericó, Jatobá, Caroá, Macambira de Flexa, Macambira de Porco e ainda a Amora Miúra, planta de origem asiática trazida ao Vale do São Francisco por imigrantes japoneses.

De acordo com o coordenador do Neplame, professor Jackson Guedes, as análises químicas e farmacológicas, que visam identificar os princípios ativos das plantas, confirmam a presença de componentes com atividade analgésica e antiinflamatória em todas elas. No caso da Amora Miúra, os pesquisadores também identificaram efeito antioxidante.

A novidade é que entre as espécies estudadas três ainda não têm uso na medicina popular, o Caroá, a Macambira de Flecha e a Macambira de Porco. O professor explica que os estudos em laboratório envolvem diferentes etapas que avaliam, inclusive, o nível de toxicidade da planta, visando oferecer maior segurança para o consumo.

(Foto: Ascom/Univasf)
Fonte: Blog do Carlos Britto

Univasf abre inscrições para mestrado em Ciência Animal

A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com inscrições abertas para seleção ao mestrado em Ciência Animal. O curso é destinado a profissionais graduados em Medicina Veterinária, Engenharia Agronômica, Ciências Biológicas; Engenharia de Pesca, Zootecnia e áreas afins. Os interessados podem se inscrever até 30 de julho, no campus Petrolina Centro - na Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação - ou no campus Ciências Agrárias.

O curso objetiva qualificar recursos humanos pautados nos princípios da conservação e preservação dos recursos naturais renováveis; produzir tecnologias inovadoras compatíveis com o desenvolvimento regional e direcionadas ao agronegócio; desenvolver no semiárido, sistemas de produção animal sustentáveis; e aumentar a produção e a produtividade animal no semiárido brasileiro.

Nesta seleção são oferecidas nove vagas para as seguintes linhas de pesquisa: Manejo e Produção Animal, Avaliação de Alimentos e Nutrição de Ruminantes e Não Ruminantes, Forragicultura e Pastagens e Nutrição e Manejo de Peixes de Água Doce.

O processo seletivo constará de prova escrita de conhecimentos gerais e específicos referentes à linha de pesquisa escolhida, análise de curriculum vitae, prova de inglês, não eliminatória, e com validade de prova de exame de proficiência em língua estrangeira, que servirá como critério de desempate, entrevista com membros da comissão de seleção e análise da proposta simples de trabalho. Acesse o Edital
http://www.univasf.edu.br/


Fonte : Assessoria de Comunicação UNIVASF

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Recém-descoberta, mas já ameaçada

Recém-descoberta, mas já ameaçada

‘Symplocos atlântica’: apelido de azeitoninha-das-nuvens em alusão aos frutos que parecem azeitonas e por causa de sua localização na mata de neblina (foto: Thayná J. Mello)

Descoberta recentemente, a Symplocos atlântica ganhou o apelido de azeitoninha-das-nuvens por causa de seus frutos pretos, no formato de azeitonas, e sua localização, na floresta nebular. Esse tipo de vegetação, também conhecida como mata de neblina, cresce nas alturas da mata atlântica ou em outros biomas. Na porção da Serra do Mar onde vive a azeitoninha, essa formação ocorre a partir de 1.100 metros acima do nível do mar e apresenta constante condensação de umidade, baixas temperaturas e ventos frequentes.

Leia o texto original na íntegra em http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/269/recem-descoberta-mas-ja-ameacada/view

Fonte: Bruna Ventura Ciência Hoje/RJ

Feromônio do medo

Feromônio do medo

Pesquisadores do Brasil e Estados Unidos descobrem composto químico que, secretado por predadores, provoca o medo em camundongos. Descoberta, que foi capa da Cell, poderá ajudar a entender como atividade elétrica no cérebro gera comportamentos

Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos descobriu um composto químico que, secretado por diversos predadores, provoca o comportamento de medo em camundongos. A pesquisa, segundo os autores, contribui para aumentar a compreensão sobre o comportamento animal pode abrir caminho, no futuro, a entender como as informações sensoriais são processadas no cérebro humano.

O artigo que descreve os resultados do estudo – e foi capa da edição da última sexta-feira (14/5) da revista Cell – é assinado por Fabio Papes, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Darren Logan e Lisa Stowers, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Scripps, dos Estados Unidos.

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Leia o texto original na íntegra em http://www.agencia.fapesp.br/materia/12187/especiais/feromonio-do-medo.htm

domingo, 16 de maio de 2010

Lagartos em alerta vermelho

Lagartos em alerta vermelho

Lagartos do deserto australiano, como o ‘Liopholis kintorei’, estão sendo extintos na região, apesar de o aumento de temperatura lá registrado ter sido modesto (foto: Adam Stow).


As temperaturas cada vez mais altas causadas pelo aquecimento global podem levar à extinção de grande parte das espécies de lagartos por todo o mundo. Essa é a conclusão de um estudo publicado na Science, que foi desenvolvido por 26 pesquisadores de 12 países dos cinco continentes.

O resultado indica que, com a redução de espécies de lagartos – importantes presas de pássaros e cobras, e os maiores predadores de insetos – apareceriam diversas outras falhas na cadeia alimentar, podendo afetar diretamente a vida do homem.


Leia o texto original na integra em : http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/05/lagartos-em-alerta-vermelho

Fonte :Larissa Rangel Ciência Hoje On-line

sábado, 10 de abril de 2010

Bactérias que gostam de sushi

Bactérias que gostam de sushi

Cientistas descobrem que bactérias marinhas transferiram genes, que ajudam no aproveitamento de nutrientes, para o intestino de japoneses. O motivo da distinção evolucionária é o consumo secular de algas (divulgação)

Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores franceses identificou enzimas que digerem carboidratos de uma bactéria marinha, a qual, por sua vez, se alimenta de algas. Mas a maior curiosidade é que os genes que codificam essas enzimas foram encontrados não apenas em ecossistemas marinhos, mas em um outro bem diferente: o intestino humano.

Segundo o estudo, publicado na edição desta quinta-feira (8/4) da revista Nature, microrganismos marinhos que vivem em algas transmitiram genes para a microbiota intestinal de humanos, mas apenas de alguns. Os genes foram encontrados em indivíduos japoneses, mas não em norte-americanos.

O motivo? O consumo de algas conhecidas como nori (Porphyra spp.), que costumam envolver os delicados sushis, um dos itens mais tradicionais da culinária japonesa.

Fonte:Agência FAPESP

Leia o texto original na integra em http://www.agencia.fapesp.br/materia/12007/divulgacao-cientifica/bacterias-que-gostam-de-sushi.htm

quinta-feira, 18 de março de 2010

Vítima do carbono

Vítima do carbono

O alecrim-do-campo é usado no tratamento da esquistossomose e em restaurações ambientais e sua resina é essencial para a produção da própolis verde (substância empregada no combate a microrganismos). Foto: Wikimedia Commons.

As consequências do aumento das emissões de carbono na atmosfera podem ir muito além do aquecimento global e atingir até o desenvolvimento das plantas. Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostra que altas concentrações de gás carbônico (CO2) no ar provocam alterações negativas no alecrim-do-campo (Baccharis dracunculifolia) – planta nativa do Brasil também conhecida como vassourinha.

Os cientistas buscam investigar os efeitos das mudanças na atmosfera sobre a biodiversidade. Para isso, decidiram verificar inicialmente se o alecrim-do-campo sofre alterações fisiológicas, químicas e ecológicas quando exposto a altas concentrações de CO2.

Fonte: Camilla Muniz -Ciência Hoje On-line

Leia o texto original na íntegra em http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/03/vitima-do-carbono