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domingo, 28 de agosto de 2011

As batalhas da água

Em Khartoum, Sudão, integrantes do JEM (Movimento para a Justiça e Igualdade): guerra civil no país teve como um dos estopins a falta de água
Em Khartoum, Sudão, integrantes do JEM (Movimento para a Justiça e Igualdade): guerra civil no país teve como um dos estopins a falta de água (Ashraf Shazly/AFP)

Uma das primeiras guerras da história foi travada por causa de água, há 4.500 anos, entre duas cidades-estado à margem do rio Eufrates, região onde fica o atual Iraque. De lá para cá, a quantidade de água potável disponível no planeta não mudou, mas a explosão demográfica, a urbanização desordenada e o mau gerenciamento de um recurso insubstituível fizeram do acesso à água uma competição cada vez mais agressiva - e o estopim de centenas de conflitos.

Um estudo publicado na revista Nature pelo Instituto da Terra da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, mostra a relação entre a escassez de água e guerra. Analisando o fenômeno El Niño, que em ciclos de três a sete anos provoca aumento na temperatura e diminuição no volume de chuvas, os pesquisadores descobriram que, nos 90 países tropicais afetados pelo fenômeno climático entre 1950 e 2004, o risco de uma guerra civil dobrou, passando de 3% para 6%. "Claro que, sozinha, a falta de água não causa as guerras. Há fatores sociais, políticos e econômicos que devem ser levados em conta", diz Mark Cane, cientista especializado em clima da Columbia. "Mas onde há tensões latentes, o clima pode ser a fagulha que faltava."

Fonte :Veja/Abril

Leia o texto original na íntegra em : http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/as-batalhas-da-agua

Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do rio Amazonas

João Marcos Rosa

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros de extensão que corre embaixo do rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros. Os dois cursos d’água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, naregião amazônica. A estatal procurava petróleo.

Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, a cientista Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros

Fonte: Globo Rural

Fonte : http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI260297-18095,00-RIO+DE+MIL+KM+E+DESCOBERTO+EMBAIXO+DO+RIO+AMAZONAS.html

Etanol de tequila pode ser solução para o Nordeste, acredita Ministro

Em viagem à Austrália, ministro Fernando Bezerra Coelho conhece a agave, planta usada para produzir tequila e biocombustível

   Divulgação
A agave, matéria-prima da tequila, já é utilizada como fonte energética para a produção de etanol na Austrália

A agave, planta utilizada para a produção da tequila, bebida típica mexicana, pode ser usada também para a produção de biocombustível no Brasil, acredita o Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho. O ministro e uma comitiva do ministério estão na Austrália, país que já utiliza a planta como matéria-prima do etanol. Coelho acredita que a planta poderia ser uma alternativa viável para a produção de etanol na região Nordeste.

Para viabilizar a utilização da planta como fonte energética, o ministério, através da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaíba (Codesvasf) vai buscar parcerias com a Embrapa para elaborar pesquisas mais aprofundadas sobre o cultivo da agave no Brasil. Dados coletados pelos técnicos da comitiva indicam que a planta, quando cultivada para a produção do biocombustível, apresenta produtividade por hectare superior à da cana-de-açúcar

Fonte:Globo Rural

Leia texto original na íntegra em: http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI260369-18080,00- ETANOL+DE+TEQUILA+PODE+SER+SOLUCAO+PARA+O+NORDESTE+ACREDITA+MINISTRO.html


sábado, 27 de agosto de 2011

Greenpeace encontra resíduos tóxicos em roupas de grife

PEQUIM - Resíduos de produtos químicos perigosos tanto para o meio ambiente quanto para a saúde foram encontrados em produtos de 14 grandes marcas de roupa, denunciou na terça-feira (23) a organização ambientalista Greenpeace em seu relatório "Roupa suja 2".

Análises em amostras de roupa de marcas como Adidas, Uniqlo, Calvin Klein, H&M, Abercrombie & Fitch, Lacoste, Converse e Ralph Lauren evidenciaram a utilização de produtos químicos conhecidos como nonilfenóis-etoxilados em sua fabricação, alertou a organização.

O ativista do Greenpeace Li Yifang disse que o nonilfenol etoxilado, comumente usado em detergentes
industriais e na produção de têxteis naturais e sintéticos, foi detectado em dois terços das amostras analisadas.
Fonte:Blog Ciência e Meio Ambiente



























Fonte: Claudio Ribeiro









Medo...

"Sentir medo é um jeito estranho de atribuir autoridade a alguém. Temer uma realidade ou uma pessoa é o mesmo que lhe entregar o direito de nos assombrar constantemente. Sempre que estamos paralisados pelo medo, de alguma forma, estamos privados de nós mesmos."
Pe Fabio de Melo

De grão em grão...

De grão em grão...
Procedimento para localização da proteína α-sinucleína mostrando coloração positiva (marrom)
de um corpúsculo de Lewy na substância negra do cérebro. O acúmulo anormal dessa estrutura é
um indício de Parkinson. (imagem: Marvin 101/ CC BY-SA 3.0)

A doença de Parkinson foi descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson (1755-1824). Hoje, é a enfermidade neurodegenerativa com a segunda maior prevalência em indivíduos acima de 50 anos. Sem cura, acomete cerca de quatro milhões de pessoas em todo o mundo; no Brasil, há 250 mil pessoas com Parkinson.

Pacientes com a doença exibem lentidão de movimento (bradicinesia) associada a pelo menos um dos seguintes sintomas: rigidez, tremor de repouso ou instabilidade postural. Adicionalmente, desordem cognitiva, depressão e disfunção no sistema autônomo também podem se manifestar.

Fonte :Stevens Rehen -Ciência hoje on-line


Leia texto original na íntegra em :http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/bioconexoes/de-grao-em-grao..