| © EDUARDO CESAR |
| Uma orquídea híbrida da mata atlântica |
Fonte:Carlos Fioravanti /FAPESP on line
| © EDUARDO CESAR |
| Uma orquídea híbrida da mata atlântica |
Com a constatação de que o umbuzeiro contribui com o enriquecimento da caatinga, especialmente em áreas degradadas, tem crescido o interesse de organizações ambientais por iniciativas que garantem a reprodução desta espécie nativa da caatinga.
A Embrapa Semiárido tem desenvolvido a prática da enxertia do umbuzeiro da caatinga, considerando uma das poucas espécies endêmicas, ou seja, que só existe neste bioma, e sua importância econômica a partir do extrativismo e beneficiamento da fruta.
A enxertia é uma técnica que utiliza plantas novas acopladas com galhos de plantas antigas que produzem frutos mais rapidamente. Entre 2001 e 2007, a empresa produziu 40 mil mudas de umbuzeiros que foram distribuídas para secretarias de agricultura estaduais, ONGs, associações e sindicatos rurais.
Outra ação que vem sendo desenvolvida no Semiárido é o plantio de umbuzeiros em áreas protegidas, isoladas por cercas, o que favorece o desenvolvimento das plantas que crescem fora do alcance dos animais. Nesses espaços, segundo o pesquisador, as mudas são cultivadas no meio da vegetação nativa, com distância de 20 metros.
Essa prática está sendo desenvolvida pelo IRPAA em sete comunidades do semiárido baiano, através do Projeto ‘Recaatingamento’, patrocinado pela Petrobras. As comunidades esperam que em cinco anos as áreas apresentem sinais de recuperação de sua vegetação nativa, com destaque para a presença dos umbuzeiros.
Essas espécies existentes hoje na caatinga são, em sua maioria, plantas adultas com cerca de cem anos e que não conseguem deixar descendentes. Com excelente paladar, os pés de umbu são comidos ainda pequenos pelos animais, principalmente cabras e ovelhas que pasteiam na caatinga. Além disso, a densidade natural da planta é considerada relativamente baixa, com a ocorrência de, em média, quatro pés por hectare.
Fonte: Blog Carlos Britto
http://www.carlosbritto.com/154069/
Cientistas coletaram estrela-do-mar na costa da Escócia
Cientistas britânicos dizem que as estrelas-do-mar podem ajudar na descoberta de novos tratamentos para doenças como a asma, a febre do fenoea artrite.
Pesquisadores do King´s College, em Londres, estão particularmente interessados na substância viscosa que cobre o corpo da espécieMarthasteriasglacialis - também conhecida como estrela-do-mar de espinhos ou estrela-do-mar verde.
Fonte:Rebecca Morelle BBCNews
Leia o texto original na integra http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/12/101209_estrela_remedio_mv.shtml
É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue. Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal? Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo. O que é transplante de medula óssea? É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical. Quando é necessário o transplante? Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode ser indicado. Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia. O que é o REDOME O resultado deste projeto foi o grande aumento do REDOME que, em 2003, só oferecia 11% do material utilizado para os transplantes. A meta de 250 mil doadores cadastrados até 2007 foi atingida no primeiro semestre de 2006. Hoje, o Registro já responde por 60% dos doadores encontrados e em 2010 já alcançou a marca de um milhão e 400 mil doadores cadastrados. Apesar de crescente, este número ainda é insuficiente para atender a todos os pacientes que precisam de transplante principalmente pelo fato da probabilidade de se achar um doador compatível dentro do Brasil ser de um em cem mil. Existem critérios para selecionar os pacientes que passam pelo transplante? Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil? Quantos transplantes o INCA faz por mês? O que a população pode fazer para ajudar os pacientes? Fonte : INCA http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=125 |
O Núcleo de Estudos e Pesquisas de Plantas Medicinais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Neplame/Univasf) reúne um grupo de pesquisadores que investiga espécies da Caatinga, utilizadas pela população na prevenção e tratamento de doenças.
Os estudos desenvolvidos por professores e estudantes do curso de Ciências Farmacêuticas envolvem atualmente seis espécies típicas do semiárido. São elas: Imburana de Cheiro, Jericó, Jatobá, Caroá, Macambira de Flexa, Macambira de Porco e ainda a Amora Miúra, planta de origem asiática trazida ao Vale do São Francisco por imigrantes japoneses.
De acordo com o coordenador do Neplame, professor Jackson Guedes, as análises químicas e farmacológicas, que visam identificar os princípios ativos das plantas, confirmam a presença de componentes com atividade analgésica e antiinflamatória em todas elas. No caso da Amora Miúra, os pesquisadores também identificaram efeito antioxidante.
A novidade é que entre as espécies estudadas três ainda não têm uso na medicina popular, o Caroá, a Macambira de Flecha e a Macambira de Porco. O professor explica que os estudos em laboratório envolvem diferentes etapas que avaliam, inclusive, o nível de toxicidade da planta, visando oferecer maior segurança para o consumo.
A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com inscrições abertas para seleção ao mestrado em Ciência Animal. O curso é destinado a profissionais graduados em Medicina Veterinária, Engenharia Agronômica, Ciências Biológicas; Engenharia de Pesca, Zootecnia e áreas afins. Os interessados podem se inscrever até 30 de julho, no campus Petrolina Centro - na Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação - ou no campus Ciências Agrárias. |
Fonte : Assessoria de Comunicação UNIVASF |
‘Symplocos atlântica’: apelido de azeitoninha-das-nuvens em alusão aos frutos que parecem azeitonas e por causa de sua localização na mata de neblina (foto: Thayná J. Mello)
Descoberta recentemente, a Symplocos atlântica ganhou o apelido de azeitoninha-das-nuvens por causa de seus frutos pretos, no formato de azeitonas, e sua localização, na floresta nebular. Esse tipo de vegetação, também conhecida como mata de neblina, cresce nas alturas da mata atlântica ou em outros biomas. Na porção da Serra do Mar onde vive a azeitoninha, essa formação ocorre a partir de 1.100 metros acima do nível do mar e apresenta constante condensação de umidade, baixas temperaturas e ventos frequentes.
Leia o texto original na íntegra em http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/269/recem-descoberta-mas-ja-ameacada/view
Fonte: Bruna Ventura Ciência Hoje/RJ