É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue. Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal? Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo. O que é transplante de medula óssea? É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical. Quando é necessário o transplante? Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode ser indicado. Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia. O que é o REDOME O resultado deste projeto foi o grande aumento do REDOME que, em 2003, só oferecia 11% do material utilizado para os transplantes. A meta de 250 mil doadores cadastrados até 2007 foi atingida no primeiro semestre de 2006. Hoje, o Registro já responde por 60% dos doadores encontrados e em 2010 já alcançou a marca de um milhão e 400 mil doadores cadastrados. Apesar de crescente, este número ainda é insuficiente para atender a todos os pacientes que precisam de transplante principalmente pelo fato da probabilidade de se achar um doador compatível dentro do Brasil ser de um em cem mil. Existem critérios para selecionar os pacientes que passam pelo transplante? Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil? Quantos transplantes o INCA faz por mês? O que a população pode fazer para ajudar os pacientes? Fonte : INCA http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=125 |
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domingo, 8 de agosto de 2010
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA - INCA
terça-feira, 13 de julho de 2010
Pesquisadores da Univasf avaliam potencial terapêutico de plantas da Caatinga
O Núcleo de Estudos e Pesquisas de Plantas Medicinais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Neplame/Univasf) reúne um grupo de pesquisadores que investiga espécies da Caatinga, utilizadas pela população na prevenção e tratamento de doenças.
Os estudos desenvolvidos por professores e estudantes do curso de Ciências Farmacêuticas envolvem atualmente seis espécies típicas do semiárido. São elas: Imburana de Cheiro, Jericó, Jatobá, Caroá, Macambira de Flexa, Macambira de Porco e ainda a Amora Miúra, planta de origem asiática trazida ao Vale do São Francisco por imigrantes japoneses.
De acordo com o coordenador do Neplame, professor Jackson Guedes, as análises químicas e farmacológicas, que visam identificar os princípios ativos das plantas, confirmam a presença de componentes com atividade analgésica e antiinflamatória em todas elas. No caso da Amora Miúra, os pesquisadores também identificaram efeito antioxidante.
A novidade é que entre as espécies estudadas três ainda não têm uso na medicina popular, o Caroá, a Macambira de Flecha e a Macambira de Porco. O professor explica que os estudos em laboratório envolvem diferentes etapas que avaliam, inclusive, o nível de toxicidade da planta, visando oferecer maior segurança para o consumo.
(Foto: Ascom/Univasf)
Fonte: Blog do Carlos Britto
Univasf abre inscrições para mestrado em Ciência Animal
A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com inscrições abertas para seleção ao mestrado em Ciência Animal. O curso é destinado a profissionais graduados em Medicina Veterinária, Engenharia Agronômica, Ciências Biológicas; Engenharia de Pesca, Zootecnia e áreas afins. Os interessados podem se inscrever até 30 de julho, no campus Petrolina Centro - na Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação - ou no campus Ciências Agrárias. |
Fonte : Assessoria de Comunicação UNIVASF |
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Recém-descoberta, mas já ameaçada
‘Symplocos atlântica’: apelido de azeitoninha-das-nuvens em alusão aos frutos que parecem azeitonas e por causa de sua localização na mata de neblina (foto: Thayná J. Mello)
Descoberta recentemente, a Symplocos atlântica ganhou o apelido de azeitoninha-das-nuvens por causa de seus frutos pretos, no formato de azeitonas, e sua localização, na floresta nebular. Esse tipo de vegetação, também conhecida como mata de neblina, cresce nas alturas da mata atlântica ou em outros biomas. Na porção da Serra do Mar onde vive a azeitoninha, essa formação ocorre a partir de 1.100 metros acima do nível do mar e apresenta constante condensação de umidade, baixas temperaturas e ventos frequentes.
Leia o texto original na íntegra em http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/269/recem-descoberta-mas-ja-ameacada/view
Fonte: Bruna Ventura Ciência Hoje/RJ
Feromônio do medo
Pesquisadores do Brasil e Estados Unidos descobrem composto químico que, secretado por predadores, provoca o medo em camundongos. Descoberta, que foi capa da Cell, poderá ajudar a entender como atividade elétrica no cérebro gera comportamentos
Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos descobriu um composto químico que, secretado por diversos predadores, provoca o comportamento de medo em camundongos. A pesquisa, segundo os autores, contribui para aumentar a compreensão sobre o comportamento animal pode abrir caminho, no futuro, a entender como as informações sensoriais são processadas no cérebro humano.
O artigo que descreve os resultados do estudo – e foi capa da edição da última sexta-feira (14/5) da revista Cell – é assinado por Fabio Papes, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Darren Logan e Lisa Stowers, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Scripps, dos Estados Unidos.
Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP
Leia o texto original na íntegra em http://www.agencia.fapesp.br/materia/12187/especiais/feromonio-do-medo.htm
domingo, 16 de maio de 2010
Lagartos em alerta vermelho
Lagartos do deserto australiano, como o ‘Liopholis kintorei’, estão sendo extintos na região, apesar de o aumento de temperatura lá registrado ter sido modesto (foto: Adam Stow).
As temperaturas cada vez mais altas causadas pelo aquecimento global podem levar à extinção de grande parte das espécies de lagartos por todo o mundo. Essa é a conclusão de um estudo publicado na Science, que foi desenvolvido por 26 pesquisadores de 12 países dos cinco continentes.
O resultado indica que, com a redução de espécies de lagartos – importantes presas de pássaros e cobras, e os maiores predadores de insetos – apareceriam diversas outras falhas na cadeia alimentar, podendo afetar diretamente a vida do homem.
Leia o texto original na integra em : http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/05/lagartos-em-alerta-vermelho
Fonte :Larissa Rangel Ciência Hoje On-line
sábado, 10 de abril de 2010
Bactérias que gostam de sushi
Cientistas descobrem que bactérias marinhas transferiram genes, que ajudam no aproveitamento de nutrientes, para o intestino de japoneses. O motivo da distinção evolucionária é o consumo secular de algas (divulgação)
Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores franceses identificou enzimas que digerem carboidratos de uma bactéria marinha, a qual, por sua vez, se alimenta de algas. Mas a maior curiosidade é que os genes que codificam essas enzimas foram encontrados não apenas em ecossistemas marinhos, mas em um outro bem diferente: o intestino humano.
Segundo o estudo, publicado na edição desta quinta-feira (8/4) da revista Nature, microrganismos marinhos que vivem em algas transmitiram genes para a microbiota intestinal de humanos, mas apenas de alguns. Os genes foram encontrados em indivíduos japoneses, mas não em norte-americanos.
O motivo? O consumo de algas conhecidas como nori (Porphyra spp.), que costumam envolver os delicados sushis, um dos itens mais tradicionais da culinária japonesa.
Fonte:Agência FAPESP
Leia o texto original na integra em http://www.agencia.fapesp.br/materia/12007/divulgacao-cientifica/bacterias-que-gostam-de-sushi.htm